Em poucos minutos você descobre se tem direito ao benefício. A explicação é feita por quem entende do assunto, sem enrolação e sem nenhum custo na primeira análise.
Isso não é falta de sorte. É falta de informação. Muitas trabalhadoras não têm carteira assinada, moram longe de uma agência do INSS ou já ouviram dizer que só consegue o benefício quem "conhece alguém". Nada disso é verdade, e entender isso é o primeiro passo para não deixar esse dinheiro passar.
O benefício tem prazo para ser pedido. Quanto antes você verificar sua situação, menor a chance de perder um dinheiro que já era seu por direito.
Diarista, doméstica, autônoma e trabalhadora rural também podem ter direito ao benefício. Esse é um dos enganos mais comuns, e ele faz muita gente nem tentar.
Quem trabalha de forma informal, principalmente na roça, muitas vezes não tem contrato ou recibo guardado. Existe forma de comprovar o trabalho mesmo assim, mas é preciso saber como.
Esse benefício é um direito seu, garantido por lei. Você não precisa de padrinho político nem de indicação de ninguém para conseguir o que já é seu.
Quem mora no interior nem sempre consegue viajar até a cidade grande para resolver isso. Boa parte do pedido pode ser feita pela internet, sem precisar sair de casa.
Empregada com carteira assinada, autônoma, microempreendedora, trabalhadora rural, diarista ou desempregada recente. Cada situação tem uma regra própria, e isso muda o valor e o prazo do pedido.
Sobre sua situação de trabalho, tempo de contribuição e data do nascimento ou adoção.
Nossa equipe avalia se você tem direito e quais documentos você vai precisar.
Explicamos sua situação, os prazos e os próximos passos, de um jeito fácil de entender.
Se você quiser seguir em frente, damos continuidade ao pedido do benefício e acompanhamos até o final.
Ter esses documentos em mãos agiliza bastante o processo. A lista final depende da sua categoria de trabalho, mas esses são os mais comuns.
Documento com foto válido
Conta de luz, água ou similar
Do bebê, ou documento de adoção/guarda
Carteira de trabalho, guias do MEI ou carnês do INSS
Eu não sabia que quem trabalha na roça também pode ter esse direito. Em uma semana já tinha uma resposta clara sobre o meu caso.
Fui mandada embora grávida e achei que tinha perdido o direito. Não tinha. Me explicaram tudo certinho, sem complicação.
O atendimento foi bem simples de entender. Explicaram tudo antes de eu decidir se ia seguir com o pedido. Sem pressão nenhuma.
Sempre achei que esse benefício era só para quem trabalha de carteira assinada em empresa grande. Fiquei feliz de saber que eu também tinha direito.
Tenho um pequeno salão de beleza e nunca imaginei que ia conseguir receber o auxílio. Me ajudaram a entender tudo direitinho, do começo ao fim.
Perdi meu emprego pouco antes de engravidar e pensei que não tinha mais nenhum direito. Descobri que ainda estava dentro do prazo e consegui dar entrada.
Moro no interior e tinha medo de precisar viajar até a cidade grande para resolver isso. Consegui fazer tudo pelo celular, com calma.
Mesmo trabalhando registrada, eu tinha muitas dúvidas sobre o valor que ia receber. Hoje entendo direitinho como funciona meu benefício.
Por trás deste site não tem uma central de atendimento nem um robô te respondendo. Tem eu, Pablo, cuidando pessoalmente do seu caso do início ao fim. Sei que assuntos ligados à maternidade costumam vir acompanhados de preocupação, dúvida e cansaço, e o meu papel aqui é te ouvir com atenção antes de qualquer coisa.
Preencher o quiz não compromete você a nada. É só o primeiro passo para eu entender a sua situação com calma. Se decidirmos seguir juntos, conversamos sobre valores diretamente, com total transparência, antes de qualquer compromisso.
Empregada com carteira assinada, diarista, autônoma, trabalhadora rural ou desempregada recente. Não importa a sua categoria, vale a pena confirmar. Você responde algumas perguntas rápidas sobre a sua situação, e nossa equipe verifica se você tem direito ao auxílio-maternidade, sem nenhum custo e sem compromisso de contratação.
Análise conduzida pessoalmente por Pablo Teixeira Ribeiro, advogado OAB/TO 13.982
Pode ser que sim, mas a resposta muda de mulher para mulher. Depende do seu tipo de trabalho, das suas contribuições e da situação do parto, da adoção ou da perda. Por isso cada caso precisa ser analisado com atenção.
Em muitos casos, sim. O auxílio-maternidade não é só para quem tem carteira assinada. Cada situação tem regras próprias, e é isso que precisa ser avaliado no seu caso.
Nem sempre. Quem perde o emprego tem regras específicas, e a resposta depende da sua história de trabalho. Por isso vale ter o seu caso analisado antes de achar que perdeu.
Pode dar. Existe prazo para pedir o benefício, e ele muda conforme a situação. Quanto antes o seu caso for analisado, melhor.
Em muitos casos, sim. Uma negativa não quer dizer, necessariamente, que você não tem direito. Também existe prazo para reagir, por isso não deixe o tempo passar. Cada caso precisa ser analisado para saber o melhor caminho.
Nem sempre. Existem formas de comprovar o trabalho mesmo quando falta algum documento. Pablo orienta você sobre o que reunir no seu caso.
Porque cada caso tem regras próprias, e um pedido com erro ou com prova faltando pode atrasar ou ser negado. Com um advogado desde o começo, você tem alguém que cuida disso por você, e você pode se concentrar no que mais importa agora.
Quem cuida do seu caso é Pablo Teixeira Ribeiro, advogado (OAB/TO 13.982), pessoalmente. O atendimento é pela internet, para todo o Brasil, inclusive para quem mora no interior, e a resposta vem em até 24 horas úteis.
Não. Preencher o quiz não compromete você a nada. É só o primeiro passo para entender a sua situação, e qualquer próximo passo só acontece se você concordar.
Os valores e a forma de pagamento não ficam no site. Eles são conversados diretamente com Pablo, com total transparência, antes de qualquer compromisso.
Seus dados ficam em sigilo e são usados só para avaliar o seu caso e entrar em contato com você. Para saber mais, leia a Política de privacidade.